Meu Deus, o 13 (Treize Alors)!

Como que fugindo do inevitável,
Colhendo espinhos e sonhos frustrados,

Ele passou rápido e barulhento.
Não foi um simples acontecimento,
Foi o pior e mais selvagem.

Uma prisão escura para um coração aflito,
Um labirinto para um perdido,
Um céu escuro de nuvens densas.
Lembrou-me que tenho deficiências,
Cercou-me de medo e desespero
Até me ver caindo.
Aquela era a realidade,
Não a pura e simples,
Mas a única que sobrara.


Foi como um corte feito em silêncio,
Como o fogo que rápido cobre um corpo,
Como a luz que te cega
E as ondas que te destroçam nas rochas...


Assim foi 2013, oh Deus.



[Janeiro de 2014]

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